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“O Glorioso” chega à Belém

“O Glorioso” chega à Belém

Da blog “As Falas da Pólis” – http://diogenesbrandao.blogspot.com/2010/05/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html

Pelo 9º ano consecutivo, a irmandade do Glorioso São Sebastião de Cachoeira do Arari chegou ontem à noite à Belém trazendo a imagem peregrina do santo do Marajó.

A programação que se estenderá até o dia 06 de Junho, está prevista para visitar mais de 100 famílias marajoaras em Belém além de órgãos públicos, entre os quais: SEDUC, SECULT, Fundação Cultural Tancredo Neves, SEBRAE, IAP e IPHAN.

No início deste ano, os devotos do santo tiveram a alegria de verem a governadora Ana Júlia sancionar a lei que reconheceu como patrimônio cultural* de natureza imaterial do Estado do Pará a Festa de São Sebastião, do município de Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó.

A proposta de lei foi apresentada pelo deputado estadual Carlos Martins (PT), aos seus pares na ALEPA, atendendo aos pedidos feitos pela Irmandade de São Sebastião de Cachoeira do Arari e diversos devotos do santo.

A Festa

Entre as diversas manifestações culturais do Estado, a Festividade de São Sebastião de Cachoeira do Arari é sem dúvida uma das mais prestigiadas e tradicionais que remonta ao ano de 1747 e desde então reúne o povo marajoara para receber as bênçãos das primeiras chuvas trazidas por São Sebastião, após o verão intenso que castiga os campos e o gado no Marajó.

A festa acontece entre os dias 10 e 20 de janeiro e é embalada por uma bebida típica chamada “leite-de-onça”, um preparado a base de leite de búfala que é fartamente produzida pela comunidade.

No dia 20, acontece o encerramento da programação com a tradicional derrubada dos mastros. Em seguida, os mastros são conduzidos pelas ruas da cidade para o tradicional banho de lama, onde de acordo com a tradição, ninguém presente na festa pode ficar limpo e deve, obrigatoriamente, ser “lambuzado com a lama sagrada das primeiras chuvas do ano trazidas pelo Glorioso São Sebastião”, revela Albertinho Leão, secretário adjunto de Gestão da SEDUC, que é devoto do Santo desde a infância.

 

Encontro

De 04 a 06 de Junho a Fundação Curro Velho será palco da grande confraternização da Colônia Marajoara em Belém que contará com apresentação de grupos folclóricos, banda musical venda de comidas típicas do Marajó e no domingo (06) às 18h, será exibido o documentário “O Glorioso”, com direção, fotografia e edição de Gavin Andrews e que contou com a participação da equipe de pesquisadores do IPHAN, no âmbito do inventário cultural que visa alçar a festa do santo como patrimônio Imaterial Brasileiro. Para tal, uma pesquisa realizada desde 2004, registra através de relatos, filmagens e fotografias tudo que envolve a tradicional festividade.

Maiores Informações com Fátima Bragança: 9968.3084 / 8426.4100 e Mercês Barbosa: 8401-1630.

*A UNESCO define como Patrimônio Cultural Imaterial “as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas – junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados – que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural.”

 

 

4 Comentários

  1. Diógenes Brandão

    A fonte da postagem não foi devidamente citada. Penso que deva ser corrigido.

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    • gavin

      Prezado Diógenes, obrigado por ter chamada atenção à falha, foi corrigida.

      Responder
    • Bond

      Vale lembrar tambe9m do municedpio de Joanes!! uma vila muito acroehdloa tambe9m e com suas belezas igualmente representada como as demais!!!Le1 e9 possedvel conhecer ruednas de antigas instalae7f5es feitas pelos jesuedtas no se9culo XVI, bem como uma antiga igreja Outro lugar especial e9 a venda de Dona Maria, com seus sucos e licores elaborados com as deliciosas frutas da regie3o!!!Interessante destacar o trabalho desenvolvido pelo grupo de Carimbf3 Caboclos do Marajf3 , envolvendo a juventude local no trabalho de pesquisa, valorizae7e3o e disseminae7e3o da cultura local Fica aqui minha contribuie7e3o, apf3s f3timos momentos nessa maravilho ilha.

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  2. Felipe

    Sou descendente de marajoara, e conheço pouco a parte cultural desse arquipélago,essas fotos tem grande importância para divulgação dos costumes marajoaras para essa nova geração de crianças e jovens.

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