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No dia 22 de agosto, “Alô, alô Amazônia” foi apresentado à turma do curso de Locução para Rádio no Senac, ao convite do professor Herbert Rony e jornalista John Scott. Seguiu um bate papo bem agradável, com direito a uma bela poesia inspirado pelo filme. Meus agradecimentos a todos.

ALÔ! ALÔ AMAZONIA!

Alô ribeirinhos, irmãos da zona rural!
Alô para vários irmãos e irmãs!
Aconchegante, carinhoso, terno, amigo…
Minha infância em Afuá, cidade e interior…
Vida simples, tranqüila.
Pessoas simples, bonitas, lindas…
Penetração do rádio, sua importância, lidar com gente,
influenciar a vida de pessoas.
O cotidiano marcado pelo programa, pelo rádio.
A consciência do lugar em que se vive,
apesar da falta de certas condições.
O ter que sair do seu lugar e se aventurar, sem estrutura,
para outros centros ditos evoluídos.
Tantas coisas que eu queria fazer…
O sino que toca o renovar de esperanças.
O canto que encanta.
A fé que se renova.
A comunidade que exulta.
O Deus que se satisfaz.
Depoimentos verdadeiros e comoventes.
Os sons múltiplos e encantadores.
A educação ambiental,
a oferta de tecnologia,
o circo que encanta,
as crianças mágicas que brincam,
a música que desperta emoções.
A rede, o sono, o descanso.
A sensação do dever cumprido.
O brega que rasga o espaço.
O futebol altaneiro e simples.
A festa que rola solta e alegre.
“Quem vai mandar no mundo são as crianças de hoje…”?.

(Poema escrito em 21/08/2007, cerca de 15.30 horas, sob as emoções despertadas ao assistir ao documentário “Alô! Alô Amazônia”?, de Gavin Andrews, presente no evento, no curso de Locução de Rádio no SENAC Amapá).

Hildemar Jorge Mauro
(filho de Afuá, na Ilha do Marajó, estado do Pará).
E-mail: hjmauro@ig.com.br